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Agora em domínio próprio, mais leve, mais funcional com mais conteúdo.

www.augustoribeiro.blog.br

#fatosdavida
Valeu Carol adorei o vídeo!

Finalmente recebi acesso a interface do Google Wave, e pude explorar um pouco os recursos da ferramenta.

Me parece nesse primeiro momento que temos uma integração de conceitos, mensagens instantâneas, e-mail e ambiente de colaboração.

Não sei até que ponto substituirá o e-mail como preferência para a comunicação, mas tem um grande potencial para ambientes colaborativos, e pode sim substituir grupos de discussão como o google groups pois possui mais e melhores ferramentas para interação.

Vou ver se consigo tempo para explorar a API, depois conto mais.
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A MizinhaK  postou no twitter esse vídeo coisa de nerd, mas criativo sem dúvida e como toda música ruim fica na cabeça.

Objetivo:

Elaborar planos e diretrizes básicas para iniciar a discussão em torno do tema de exportação de biocombustíveis, utilizando-se da experiência brasileira no setor e propondo uma nova matriz energética mundial alinhada com as metas de sustentabilidade propostas pela ONU.

Problemas:

O Brasil, não possui uma política ou projeto estruturado nesse sentido, a Petrobras maior distribuidora de combustíveis no país e líder na pesquisa de biocombustíveis, não está sincronizada com as demais ações realizados por orgãos como ÚNICA (União da Indústria de cana de áçucar), ANP (Agência Nacional de Petróleo) e com as ações do Itamaraty que vem negociando a quebra de barreiras comerciais, com outros países. Não há consenso mundial, quanto ao uso dos biocombustíveis; Exitem barreiras comerciais aos maiores mercados e subsídios aos produtores de países ricos; Forte oposição da OPEP, que vê seu poder de influência no mundo cair drasticamente.
Oportunidades: Sugerir soluções capazes de levar o Brasil a liderança do domínio tecnológico, produção e distribuição de biocombustíveis; Atingir o mercado mundial e os principais blocos consumidores, E.U.A, União Européia e Ásia; Promover a integração regional na América do Sul e Central e estimular o crescimento econômico de países aliados; Aumentar a influência econômica e política do Brasil na América Latina;

Introdução:

Estamos situados entre os trópicos de câncer e capricórnio e justamente, nessa região do mundo estão localizados alguns dos países mais pobres do mundo, passando pela América do Sul, África, Ásia e Índia. Mas nessas regiões há a insolação necessária ao plantio de cana. Essa região do globo vai chamar-se daqui pra frente de cinturão da cana, gramínea essa que o Brasil ainda na Década de 70 converteu em combustível, através do programa PRÓ-ALCOOL e esses mais de trinta anos de experiência nos dão uma vantagem competitiva, que não estamos aproveitando adequadamente.
O mundo sabe que deve alterar a matriz energética e que o petróleo, um bem findável está sendo consumido em um ritmo acelerado, contribuindo para a escalada das emissões de carbono na atmosfera. A solução seria encontrar um combustível, renovável, menos poluente e que possa criar um círculo virtuoso entre desenvolvimento econômico e sustentabilidade, o Brasil já encontrou o Etanol de cana que propiciou outros desenvolvimentos como o Biodiesel, que, porém enfrentam resistências mundiais, de países e de lobbys privados.
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Como bom estudante de Administração, cheguei a conclusão de que devia apostar na especialização, criando uma nova unidade de negócios dedicada a um único tema.

Por isso a partir de hoje tudo o que estiver relacionado a Gestão do Tempo, será tratado no blog http://deliriossobreotempo.wordpress.com

Todos os post´s que estavam aqui sobre esse tema já se encontram no novo blog e com muitas novidades. Na segunda faço palestra sobre o tema na FIAP e logo depois conto lá no outro blog como foi.

Honduras: Zelaya só negocia até o dia 15 (AFP) – Há 5 horas TEGUCIGALPA, Honduras — Os negociadores do presidente deposto, Manuel Zelaya, deram um prazo até 15 de outubro para se chegar a uma solução com o governo de fato no diálogo promovido pela OEA para superar a crise política em Honduras. “A data limite é 15 de outubro, mas estamos começando, será preciso cruzar a ponte quando chegarmos ao rio”, disse Víctor Meza, representante no diálogo e ministro de Zelaya, deposto por um golpe de Estado em 28 de junho passado. “O governo golpista neste momento não cedeu. O diálogo está em ponto morto, não avançamos em nada, mas vamos prosseguir com o firme propósito de obter a restituição de Zelaya”, destacou o líder sindical Juan Barahona, outro delegado do presidente deposto nas negociações. Há dois dias, Zelaya, refugiado na embaixada do Brasil em Tegucigalpa, fixou o dia 15 de outubro como prazo final para seu retorno à presidência, por considerar que um mês e meio é o mínimo para se organizar as eleições previstas para 29 de novembro. “Temos um prazo, se não acontecer nada, não sabemos o que vai ser com esta posição que têm os golpistas”, disse Barahona, coordenador da Frente da Resistência contra o Golpe de Estado, destacando que “é a restituição de Zelaya ou nada”. Uma missão de chanceleres da região, liderada pelo secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, instalou na véspera uma mesa de negociações em Tegucigalpa, mas não obteve progressos para resolver a crise. Apesar do fracasso, representantes de Zelaya e do governo de fato, liderado por Roberto Micheletti, prosseguiram na tarde de hoje com as negociações, tendo por base o Acordo de San José, o plano do presidente da Costa Rica, Oscar Arias, que estabelece a restituição de Zelaya, uma anistia e a formação de um governo de união nacional.

Pesquisadores da USP desenvolveram nova técnica para obtenção de Biodiesel através de resíduos de óleos já utilizados. Leia mais…

A plataforma Google Wave que ainda está em fase de testes, está despertando interesse em players de peso como SAP e SalesForce que já tem protótipos de aplicativos sobre a plataforma.

Acredito que esse será o caminho adotado pelo menos por empresas de pequeno porte, pelo baixo custo do desenbolso inicial e para não precisar de uma infra-estrutura de T.I própria.

Assista o vídeo.

Original Saiu na BBC On-Line {http://news.bbc.co.uk/2/hi/programmes/click_online/8284704.stm}

At first glance Florianopolis, in southern Brazil, resembles the quintessential picture postcard resort. It has become one of South America’s most popular destinations, a magnet for sun seekers.

But for all its hedonism, Florianopolis has its gaze firmly fixed on something altogether more serious – becoming the regional technological powerhouse.

Sapiens Parque science park is the $1.3bn (£81m) brainchild of the Brazilian government, as part of a wider $24bn (£15bn) initiative to promote science and technology in the country.

“When we talk about the amount of money that Brazil is investing in science, technology and innovation… compared to the other countries in South America, we are talking about ten times more,” says Jose Eduardo A Fiates, executive director of Sapiens Parque.

But for all the talk of the money, it is tangible innovation that the region wants to shout about – and the investment is spawning a variety of solutions to very local problems.

Over the limit

One Florianopolis innovativon helps protect beach-goers from staying too long in the sun.

The Ozon-in information point currently lies in pole position to become a familiar sight up and down beaches around the world.

At a glance it gives you a readout of UV radiation severity – and recommends protective measures to take, according to skin-type.

Florianopolis inventors have also helped with another red-hot issue in Brazil: drink-driving.

Engineers at the science centre have created the Bafometro, an in-car breathalyser that disables the engine – unless the driver passes a breath test.

It takes a photo of the driver, and alerts authorities if they are over the limit.

“What makes the new model of Bafometro unique is the capability to transmit images wirelessly. With this, it removes doubt as to whether the person tested was the one driving or not,” says Dhelyo Rodrigues, president of CSP, which manufactures the Bafometro.

The companies of Florianopolis need to begin to think globally… there are a lot of opportunities there

Rodrigo Lossio
Technology journalist

That means companies can monitor their drivers from afar, and police can have test results and photographic evidence immediately transmitted to stations.

Alongside the newer gadgets goes more venerable tech that has changed the old-style politics of Brazil.

Designed to combat electoral fraud, the electronic voting machine was launched nationally in 2000.

And it was after the debacle of the Bush-Gore US election that this particular gadget put Florianopolis on the international technology map.

“The electronic voting machine guarantees the authenticity of the person who is voting by digital printing, making the system more infallible against electoral corruption,” says Luiz Henrique da Silveira, the governor of Santa Catarina.

It might not look like a very advanced piece of technology, maybe more like something from the 1970s – but that is one of its strengths.

The voting machines are very robust and have a 12-hour battery life. This means during elections it can be transported to the most remote regions.

Game gear

Another Florianopolis company hoping to bridge the technological gap between Brazil and more developed nations is Hoplon, creators of the award-winning online game Taikodom.

The company has formed a partnership to take the multiplayer action game to 31 countries – and develop the concept towards a more social gaming experience.

“We’re trying to create a new breed of online game here called a Massive Social Game or an MSG,” says Tarquinio Teles, founder and boss of Hoplon.

“Being Brazilian, it’s more in shades of grey and it’s much more hedonistic than your usual sci-fi environment,” he says.

But going global is not all hedonistic fun.

“Now it’s our face that’s showing outside of Brazil. It’s our game. Whatever we do here, whatever we create here, will be what they know about us. It is quite frightening,” says Hoplon employee Fabio Roger Manera.

In reaching out to the rest of the world, companies such as Hoplon are the exception. One problem say critics, is Brazilian companies tend to have an insular focus.

Observers believe that to really succeed, Brazil needs to look beyond its borders and take the initiative.

“The companies of Florianopolis need to begin to think globally. There are a lot of opportunities there and the companies don’t believe they can get there,” says technology journalist Rodrigo Lossio.

If Florianopolis is to become the Silicon Valley of South America, that lack of self-confidence needs to be addressed – as do other deep-set structural and cultural issues like low productivity, a shortage of tech graduates, and a bloated bureaucracy.

Watch Click on BBC News Channel, Saturday 27 September at 11.30 (BST).

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